16
de
novembro
Turma 222.
Queria agradecer a compreensão e a paciência.
Aprendo e cresço com cada um.
Bj.
Ca.
Queria agradecer a compreensão e a paciência.
Aprendo e cresço com cada um.
Bj.
Ca.
Segundo Aurélio Buarque de Holanda, gastronomia é “arte de cozinhar de modo que se dê o maior prazer a quem come.” E foi o aprender dessa arte que nos uniu em uma sala, para o aperfeiçoamento, para o sonho ou pelo simples prazer [que diria ser complexo] da gastronomia.
Aprendemos aqui, com os mestres e uns com os outros, que cozinhar, além de mexer panelas, é dedicação, paixão, servir bem, exaustão, quentura, elogios, sincronia, fazer, refazer e também muita cooperação.
Agradecemos ao professor Edmilson pelas valorosas conversas de canto e incentivo; a professora Flávia pelo alto astral e convicção do melhor sempre; a professora Vilma por nos fazer rolar no chão e possibilitar nossa interação, mostrando que a união faz a força; ao professor Aírton pela certeza de que a matemática é fundamental na nossa profissão; a professora Adriana pelo sorriso largo, risadas, amizade e pelo francês; ao professor Linhares por nos mostrar que podemos socorrer o próximo, sem heroísmo e seguindo as regras, e, que também podemos apagar o fogo com o dedo; a professora Fernanda por nos ensinar o valor da alimentação correta e a chance de passarmos adiante os preceitos da nutrição; ao professor Reginaldo pela calma, talento e seriedade que nos conduziu nesse período tão importante em nossas vidas e carreiras. Queríamos também agradecer a coordenação sempre presente, e um agradecimento especial para Dona Lina pela sua presença incomparável em nossas aulas, por ter tornado dinâmico e organizado o nosso espaço e pela amizade.
Eu, em particular, queria agradecer aos meus colegas por terem me ensinado mais que gastronomia mais que culinária, por terem me tornado uma pessoa melhor com nossas diferenças e semelhanças, pelo o amor à gastronomia que nos uniu, pela importância que cada um sabe que tem em minha vida.
Meu muito obrigada!
Bj.
Ca.
“Piauí, terra querida,
Filha do sol do equador,
Pertencem-te a nossa vida,
Nosso sonho, nosso amor!”
Antônio Francisco Da Costa e Silva/ Firmina Sobreira Cardoso
Bj.
Ca.
Por que quando a gente envelhece só se lembra da infância?
Não que eu seja velha, mas não tenho mais 15, nem 20, [oh my God!] nem 25. Mas as lembranças de Marte [cidadezinha perto de Mercúrio onde eu passei minha primeira infância] estão mais vivas do que nunca.
Lembranças do meu querido pai [que falta ele faz], das brincadeiras com minhas irmãs no meio da rua, da Nilde, do cheiro de chuva, da pracinha, da nossa casinha - que parecia de boneca de tão pequena -, da escolinha, de tudo.
Infância que peço a Ele que nunca [nunca mesmo] se vá!
Bj.
Ca.
É!
Ontem se fechou mais um ciclo em minha vida.
Talvez, e com certeza, a fase em que eu aprendi mais.
E não estou falando em aprender os ofícios da gastronomia não!
Estou falando em respeito, amizade, companheirismo, limites e, claro, gastronomia.
Vou sentir MUITA falta dos nossos dias.
Amo todos, principalmente o pentágono fantástico.
Bj.
Ca.
Dia nove de outubro às quatorze horas e vinte minutos escutei o som [com estranheza por ser mudado dias antes] do celular.
- Boa tarde, Vi?!
- Oi Carol! Tu tá onde?
- Na sala de aula. Por quê?
- Tu vai fazer o que depois daí?
-Vou para o SENAC, aquele curso sem fim lá.
- Ah tá.
- Fala menina, o que era?
- Vamos sair pra tomar umas cervejinhas e colocar as fofocas em dia?
- Vamos sim. Eu faço o seguinte, não vou para o curso e a gente sai bem cedo. Certo?
- Vai te atrapalhar não?
- Vai nada, hoje é sexta quase ninguém vai mesmo.
- Pois sete horas tá bom pra ti.
- Tá sim.
- Xeru
- Xeru.
E a noite se fez.
Sete e meia da noite saímos, eu e Vi, para um quiosque bem legalzinho, ao som do Belo [é, pagode mesmo!], e depois de lá só Ele sabe.
Mas uma passagem eu tenho que relatar, o forrozão “Gogó da ema”, pense num lugar classe efe.
Ow baixeza, mas foi ótemo. Ótemo mesmo!
E não esquecendo o Adelto, um “amigo” da Vi.
Bj.
Ca.