Dona Alzira

Mercúrio no b-r-o bró.

16

de
novembro

Turma 222.

Queria agradecer a compreensão e a paciência.

Aprendo e cresço com cada um.

Bj.

Ca.

9

de
novembro

80%.

Fluzão!

“Com o verde da esperança.”

E o Fred, além de craque, é um gato.

Bj.

Ca.

7

de
novembro

Oradora.

Segundo Aurélio Buarque de Holanda, gastronomia é “arte de cozinhar de modo que se dê o maior prazer a quem come.” E foi o aprender dessa arte que nos uniu em uma sala, para o aperfeiçoamento, para o sonho ou pelo simples prazer [que diria ser complexo] da gastronomia.

Aprendemos aqui, com os mestres e uns com os outros, que cozinhar, além de mexer panelas, é dedicação, paixão, servir bem, exaustão, quentura, elogios, sincronia, fazer, refazer e também muita cooperação.

Agradecemos ao professor Edmilson pelas valorosas conversas de canto e incentivo; a professora Flávia pelo alto astral e convicção do melhor sempre; a professora Vilma por nos fazer rolar no chão e possibilitar nossa interação, mostrando que a união faz a força; ao professor Aírton pela certeza de que a matemática é fundamental na nossa profissão; a professora Adriana pelo sorriso largo, risadas, amizade e pelo francês; ao professor Linhares por nos mostrar que podemos socorrer o próximo, sem heroísmo e seguindo as regras, e, que também podemos apagar o fogo com o dedo; a professora Fernanda por nos ensinar o valor da alimentação correta e a chance de passarmos adiante os preceitos da nutrição; ao professor Reginaldo pela calma, talento e seriedade que nos conduziu nesse período tão importante em nossas vidas e carreiras. Queríamos também agradecer a coordenação sempre presente, e um agradecimento especial para Dona Lina pela sua presença incomparável em nossas aulas, por ter tornado dinâmico e organizado o nosso espaço e pela amizade.

Eu, em particular, queria agradecer aos meus colegas por terem me ensinado mais que gastronomia mais que culinária, por terem me tornado uma pessoa melhor com nossas diferenças e semelhanças, pelo o amor à gastronomia que nos uniu, pela importância que cada um sabe que tem em minha vida.

Meu muito obrigada!

Bj.

Ca. 

 

19

de
outubro

187 anos.

“Piauí, terra querida,

Filha do sol do equador,

Pertencem-te a nossa vida,

Nosso sonho, nosso amor!”

Antônio Francisco Da Costa e Silva/ Firmina Sobreira Cardoso

Bj.

Ca.

19

de
outubro

Piauí.

É feliz quem vive aqui.

Na minha opinião!

Bj.

Ca.

18

de
outubro

Orkut.

 

Eu

Te

Vi

na

Minha lista

de

Fãs

e

Gostei

Muito.

Bj.

Ca.

 

17

de
outubro

Lá em Marte.

Por que quando a gente envelhece só se lembra da infância?

Não que eu seja velha, mas não tenho mais 15, nem 20, [oh my God!] nem 25. Mas as lembranças de Marte [cidadezinha perto de Mercúrio onde eu passei minha primeira infância] estão mais vivas do que nunca.

Lembranças do meu querido pai [que falta ele faz], das brincadeiras com minhas irmãs no meio da rua, da Nilde, do cheiro de chuva, da pracinha, da nossa casinha - que parecia de boneca de tão pequena -, da escolinha, de tudo.

Infância que peço a Ele que nunca [nunca mesmo] se vá!

Bj.

Ca.

17

de
outubro

Ciclo fechado.

 

É!

Ontem se fechou mais um ciclo em minha vida.

Talvez, e com certeza, a fase em que eu aprendi mais.

E não estou falando em aprender os ofícios da gastronomia não!

Estou falando em respeito, amizade, companheirismo, limites e, claro, gastronomia.

Vou sentir MUITA falta dos nossos dias.

Amo todos, principalmente o pentágono fantástico.

Bj.

Ca.

15

de
outubro

Na sexta.

 

 

Dia nove de outubro às quatorze horas e vinte minutos escutei o som [com estranheza por ser mudado dias antes] do celular.

- Boa tarde, Vi?!

- Oi Carol! Tu tá onde?

- Na sala de aula. Por quê?

- Tu vai fazer o que depois daí?

-Vou para o SENAC, aquele curso sem fim lá.

- Ah tá.

- Fala menina, o que era?

- Vamos sair pra tomar umas cervejinhas e colocar as fofocas em dia?

- Vamos sim. Eu faço o seguinte, não vou para o curso e a gente sai bem cedo. Certo?

- Vai te atrapalhar não?

- Vai nada, hoje é sexta quase ninguém vai mesmo.

- Pois sete horas tá bom pra ti.

- Tá sim.

- Xeru

- Xeru.

E a noite se fez.

Sete e meia da noite saímos, eu e Vi, para um quiosque bem legalzinho, ao som do Belo [é, pagode mesmo!], e depois de lá só Ele sabe.

Mas uma passagem eu tenho que relatar, o forrozão “Gogó da ema”, pense num lugar classe efe.

Ow baixeza, mas foi ótemo. Ótemo mesmo!

E não esquecendo o Adelto, um “amigo” da Vi.

Bj.

Ca.

15

de
outubro

Twitter.

Parabéns professores.

E as professoras também!

Bj.

Ca.

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